sábado, 15 de agosto de 2009

Animals as Leaders

Não que apoie animais como nossos líderes.. se bem que, pensando bem....
Trata-se do álbum de lançamento de uma banda de metal progressivo, instrumental, que pelo menos a mim transmite-me sensações que pouco encontro no resto da música, faz-me meditar profundamente... música para ser sentida sem dúvida. A pessoa por trás deste projecto chama-se Tosin Abasi que logo me impressionou pela sua virtuosidade com a guitarra, e é também compositor dos temas que integram este projecto.

Link: www.myspace.com/animalsasleaders


Optimus "Fucking" Alive 2009





Após umas breves férias, aqui ataco em número e em força no nosso blogue, começando com este festival memorável. Claro que para um metaleiro, Machine Head, Slipknot, Lamb of God e Metallica é sinónimo de um dia (muito) bem passado, e assim foi... Após uma luta de cerca três horas contra o calor quase insuportável lá demos entrada naquele terreno onde muito "headbang" e "mosh pit" iria ter lugar. Serviram a entrada os nossos conterrâneos R.A.M.P., banda de trash metal muito agradável, perguntei-me a mim mesmo como ainda não tinha ouvido falar deles, mas infelizmente no nosso país o que interessa é pimbalhada e pseudo boys/girls bands.. vá não interessa passa ao próximo... Mastodon, grandes como o sei lá, infelizmente o espectáculo proporcionado não foi proporcional ao tamanho dos músicos. Depois Machine Head seguidos por Slipknot, ok, numa palavra: divinal, foram sem dúvida o "prato principal" do festival, e foi comer até fartar :D . Metallica foi a sobremesa, mas já nem tinha grande fome...

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Manifesto anti-morangos e afins...


Não que desgoste a fruta silvestre, além de ser uma fonte de vitamina C, B5 e ferro, é um deleite para os sentidos o seu sabor. Não escrevo da fruta, mas sim sobre essa geração actual que se identifica com uma nomenclatura tal como "morangos", "rebeldes" e mais não sei o quê. Confesso de antemão que não sou espectador de nenhuma série juvenil, é uma absoluta perca de tempo, e não consigo visionar sequer cinco minutos de péssima representação. Mas a sério, odeio e abomino toda esta geração que se chamam de rebeldes e morangos, vulgo, "murangux". É uma juventude iludida, superficial, materialista, vaidosa, e ainda, ignorante. Vejo uma camada da sociedade a ter interesses primordiais tais como: trajar como a moda rege (não importa a maquia a desembolsar, os "velhos pagam"), ter um penteado tal como o actor 'x' ou actriz 'y' (o sexo oposto adora, embora pareçam uns piriquitos), ter "gadgets" de última geração tais como: portáteis, iPod's, telemóveis, PSP's e etc. , e claramente acima de tudo, perder a virgindade antes dos 15 anos. Além disto, vão à discoteca e bebem "shot's" logo aos 14 anos, não lêem, não se cultivam intelectualmente (sim, aguardo a oportunidade para ter uma conversa minimamente inteligente com um petiz desses), e muito grave, desrespeitam professores e até os próprios pais. Isto é grave, no futuro não serão respeitadores de ninguém, devido à "deseducação" em curso não estarão preparados para o mundo do trabalho, e resumindo, não será uma geração que tirará o nosso país do fosso. E ainda se chamam rebeldes, rebeldes de quê?! Têm tudo o que precisam e não precisam a custo zero, sem terem de trabalhar, e no máximo a terem de passar de ano, não têm um governo que os pressione, nem sequer têm de ir à tropa. Há tanto jovem no mundo em condições desumanas, a ter que dar a vida numa guerra sem sentido, vítimas da escravatura e com um olhar sem sonhos, vazio. Apenas uma mensagem deixo a esses rebeldes sem causa: afinal, a minha geração não era assim tão rasca...

domingo, 5 de julho de 2009

Castidade & Heavy Metal



Adorei! Um excelente exemplo de que o heavy metal não é só para ateus, adoradores de Lúcifer, e outras divindades "discriminadas".

quinta-feira, 25 de junho de 2009

R.I.P.


Viveu uma vida tão repleta de sucessos como de escândalos de todos os tipos. Não pertencia ao mundo do metal. Mas deu um contributo de valor inestimável ao mundo da música.
Aqui fica a nossa a nossa homenagem póstuma a este artista.

God is Dead


Nosso primeiro tema, "God is Dead", à primeira vista revela uma imagem anti-cristã, ou mesmo satânica à banda, não acho que o seja. Embora várias bandas ostentem a crítica religiosa como face primordial do seu trabalho, assim como Slayer, e os artistas do "black metal" nórdico (são as únicas que me vieram agora à cabeça), a nossa banda quer algo mais, e transmitir outro género de mensagem lírica. Pessoalmente faço a interpretação como Nietzsche, que Deus não está morto enquanto entidade sobrenatural, o que iria contra qualquer lógica, se acredito em Deus, o ser omnipotente, tenho que aceitar sua existência e que ele é imortal. Nietzsche escreveu, por outras palavras, que Deus está morto na humanidade, porque, as religiões e credos perderam seu poder moral e mesmo teólogo na sociedade. O que não é falso, todas as instituições religiosas encontram-se obsoletas neste momento. Mas na minha opinião, Deus não está morto, encontra-se moribundo, morrendo um pouco a cada dia que passa. Se a pessoa 'x' em determinado dia, fizer uma balanço das manifestações que presenciou de Deus, foram com certeza, muito escassas, e claro que não falo de milagres. Falo daquelas vezes que presenciamos, e sentimos a alegria, compaixão e paz nas nossas vidas. Pois, para mim esse é o Deus que acredito, não aquele ancião de longas barbas brancas repousando num trono. É a gerar e partilhar sentimentos e emoções destes com todos os que nos rodeiam, e pondo-os à frente de todos os obstáculos e preconceitos, que o ser humano dará um grande passo rumo à civilização.
Mas, a sociedade já não O aceita, vai contra o nosso modo de vida consumista, materialista, e egocêntrico, precisamos de prazeres imediatos, um carro luxuoso, passar férias num lugar exótico, preocupamo-nos apenas com o noticiário e a porcaria que transmite, os terroristas, a crise económica, o preço dos combústiveis, enfim, um conjunto de futilidades e manipulações sociais que só retira o verdadeiro valor do ser humano. Concluindo, Deus está morto, satã está vivo, salvem o mundo!

terça-feira, 23 de junho de 2009


Crucified Death - "Morte Crucificada". A junção de um símbolo religioso com a personificação da morte (sim, "Death" refere aqui à imagem da morte, criada quiçá na idade média), poderá ter inúmeros significados, mas a nós apenas um. Somos uma banda criada na viragem para o ano de 2009, originária de Lobão da Beira, Tondela. A nossa história é muito simples, foi discutida a nossa criação entre três actuais membros, na festa de passagem de ano ao som de clássicos tão variados como Guns 'n' Roses e Slayer, e muitos copos à mistura. Na altura tudo seria um género de brincadeira, ir a uma garagem tocar um som, divertirmo-nos e passar um bom bocado. Com isto veio mais um elemento a juntar-se e passados três meses, decidimos a "arregaçar mangas" e realizar algo, sempre munidos de uma vontade inabalável. Somos praticamente todos "maçaricos", excluindo o nosso vocalista e guitarrista, pessoa mais madura e experiente nestas andanças. Mas de nada nos falta em força e coragem para evoluirmos tecnicamente, e acima de tudo, musicalmente. Nosso estilo ainda que esteja a começar a amadurecer, gira em torno do puro e duro "trash metal", queremos ser uma banda que ajude a renascer este estilo tão pouco divulgado na nossa zona, mas acima de tudo, sermos fiéis a nós próprios.
Neste blog serão divulgados experiências e histórias da nossa banda, assim como, reflexões e devaneios filosóficos da mesma. Foi a primeira entrada no blog, mantenha-se atentos a novas entradas e claro, Stay Metal! \m/